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Eu sou caminhante, daqui eu não sou
Para o meu país caminhando eu vou
Aqui não me querem, pois sou estrangeira
Estou de passagem, eu sou forasteira

(Refrão)
Eu sou diferente do povo daqui
Por isso insistem em me perseguir
Não sabem que sou uma filha do Rei
E que muito breve no Seu Reino estarei

Convido o povo a seguir comigo
Mas poucos escutam o que eu lhes digo
Na casa do Pai há muitas moradas
A porta está aberta, é franca a entrada

Amanhã talvez eu deva partir
Vão me procurar, não estarei mais aqui
Dessa terra estranha vou me despedir
Eu sou caminhante, tenho que prosseguir

Jerry Falwell estava tendo uma discussão teológica com outro ministro que estava com muita raiva.

Depois de uma discussão após outra, Falwell disse:
“Está bem! Nós só concordamos em discordar. O que realmente importa é que estamos fazendo a obra do Senhor, você da sua maneira e eu da Dele.”

Evangélicos discutindo

Parece engraçado o modo como dois homens que se diziam obreiros do Senhor disputavam suas opiniões.
Um deles até parece querer mostrar um acordo, mas, sem deixar de encerrar a conversa dizendo que tinha razão.

E, na verdade, qual dos dois tinha razão?
Qual estava certo?
Qual estava desempenhando melhor a vontade de Deus?

Creio que muitos de nós experimentamos situações semelhantes.
Comparamos os nossos pensamentos aos de outros.
Comparamos nosso trabalho cristão ao de outros.
Comparamos nossa santidade à de outros.
Comparamos nossa vida espiritual à de outros irmãos.
Achamos que somos superiores em tudo e que interpretamos melhor o que o Senhor deseja para nós.

Teríamos razão?

Música para refletir… http://www.4shared.com/embed/147509017/28c9fefc

Deus tem Seus planos e Sua forma de agir.
Ele nos escolheu e usa-nos como quer.
A uns Ele usa de uma forma e a outros de forma diferente.
Cabe a nós dar o melhor que temos e servi-LO de tal maneira que engrandeçamos o Seu santo nome.
Não temos de concordar ou discordar com nossos irmãos.
Temos, sim, que concordar com o Senhor e seguir Sua Palavra.
Se procurarmos obedece-Lo, então alegraremos Seu coração e o nosso se encherá de regozijo e felicidade.

Não perca, portanto, seu tempo com discussões inúteis.
Faça a sua parte… E bem!
Quanto ao mais, deixe que o Senhor julgue por Si mesmo.

JOSÉ CARLOS MARTINGHI
(SOLRAC†)

1Co 14:5 E eu quero que todos vós faleis em línguas, mas muito mais que profetizeis; porque o que profetiza é maior do que o que fala em línguas, a não ser que também interprete para que a igreja receba edificação.
1Co 14:6 E agora, irmãos, se eu for ter convosco falando em línguas, que vos aproveitaria, se não vos falasse ou por meio da revelação, ou da ciência, ou da profecia, ou da doutrina?
1Co 14:7 Da mesma sorte, se as coisas inanimadas, que fazem som, seja flauta, seja cítara, não formarem sons distintos, como se conhecerá o que se toca com a flauta ou com a cítara?
1Co 14:8 Porque, se a trombeta der sonido incerto, quem se preparará para a batalha?
1Co 14:9 Assim também vós, se com a língua não pronunciardes palavras bem inteligíveis, como se entenderá o que se diz? porque estareis como que falando ao ar.
1Co 14:10 Há, por exemplo, tanta espécie de vozes no mundo, e nenhuma delas é sem significação.
1Co 14:11 Mas, se eu ignorar o sentido da voz, serei bárbaro para aquele a quem falo, e o que fala será bárbaro para mim.
1Co 14:12 Assim também vós, como desejais dons espirituais, procurai abundar neles, para edificação da igreja.

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(Bíblia ACF – Almeida Corrigida e Fiel)
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Paulo chega a dizer nesse trecho da Palavra de Deus que quer que seja desenvolvido esse dom. Porém que tenha alguém que interprete o que se está falando.
Pode-se dizer que uma verdade é que quando se faz uma música e não se torna nítida a questão dos sons que existem na música, não se entende a mesma; fazendo com que ela perca a sua qualidade.
Ele, Paulo, ainda diz sobre a importância de saber se usar o “falar em línguas”. Dessa forma, ele compara com o sonido incerto para a batalha; pois quem o apronta-se para a batalha visa escutar um este sonido de maneira certa.

 

Paulo fala em 1Co 14:5 “E eu quero que todos vós faleis em línguas, mas muito mais que profetizeis; porque o que profetiza é maior do que o que fala em línguas, a não ser que também interprete para que a igreja receba edificação.”.

 

Ele diz todos e não alguns… Porém o que fala que o dom de profecia é maior que o dom de línguas (não fala que ele é o menor em nenhuma passagem), mas se tiver quem o interprete o dom de profecia não será maior. “porque o que profetiza é maior do que o que fala em línguas, a não ser que também interprete para que a igreja receba ao edificação.’

Quando a interpretar não é regra para que se interprete.

“Porque o que fala em língua desconhecida não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala mistérios.” (1Co 14:2).

Ou seja, quando uma pessoa está falando em línguas verdadeiramente com o coração em Deus não está falando para você, para mim e para ninguém, mas a Deus; como o próprio texto diz.

Se o Senhor não der a interpretação ou alguém tiver o dom de interpretar, não vai ser interpretado; porém se Deus quiser, isso acontecerá.

1Co 14:13 Por isso, o que fala em língua desconhecida, ore para que a possa interpretar.
1Co 14:14 Porque, se eu orar em língua desconhecida, o meu espírito ora bem, mas o meu entendimento fica sem fruto.
1Co 14:15 Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento.
1Co 14:16 De outra maneira, se tu bendisseres com o espírito, como dirá o que ocupa o lugar de indouto, o Amém, sobre a tua ação de graças, visto que não sabe o que dizes?
1Co 14:17 Porque realmente tu dás bem as graças, mas o outro não é edificado.
1Co 14:18 Dou graças ao meu Deus, porque falo mais línguas do que vós todos.
1Co 14:19 Todavia eu antes quero falar na igreja cinco palavras na minha própria inteligência, para que possa também instruir os outros, do que dez mil palavras em língua desconhecida.
1Co 14:20 Irmãos, não sejais meninos no entendimento, mas sede meninos na malícia, e adultos no entendimento.
1Co 14:21 Está escrito na lei: Por gente de outras línguas, e por outros lábios, falarei a este povo; e ainda assim me não ouvirão, diz o Senhor.
1Co 14:22 De sorte que as línguas são um sinal, não para os fiéis, mas para os infiéis; e a profecia não é sinal para os infiéis, mas para os fiéis.
1Co 14:23 Se, pois, toda a igreja se congregar num lugar, e todos falarem em línguas, e entrarem indoutos ou infiéis, não dirão porventura que estais loucos?
1Co 14:24 Mas, se todos profetizarem, e algum indouto ou infiel entrar, de todos é convencido, de todos é julgado.
1Co 14:25 Portanto, os segredos do seu coração ficarão manifestos, e assim, lançando-se sobre o seu rosto, adorará a Deus, publicando que Deus está verdadeiramente entre vós.
1Co 14:26 Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação.

(Bíblia ACF – Almeida Corrigida e Fiel)

Entende-se e bem claro pelo texto, que quando se fala em línguas; somente a própria pessoa vai ser edificada e se ela estiver falando normalmente(em sua língua), com certeza, uma grande parte será edificada.

Então, Paulo fala sobre a questão das pessoas estarem somente falando em línguas e não falarem em sua própria língua.

Nesse contexto, os que estão falando serão edificados e os que vêem a Igreja(digo passam do lado de fora da Igreja) acharam que estão “ficando loucos”.

Porém se for profetizado algo, quem estiver passando pela Igreja e ouvir, e assim a profecia acontecer; com certeza, aquele que era incrédulo passará a ser crédulo(diz-se incrédulo em Deus e agora crê), pois viu que aquilo se cumpriu e isto é um sinal para que ele creia.

Por isso, Paulo fala sobre a questão de querer que “mais profetizeis” do que “falar em línguas”.
Não que isso não seja bom para a própria pessoa. Não.
Mas quando estamos em um conjunto de pessoas, ele(Paulo), queria muito mais que acontecesse a profecia por causa desse motivo de crédito ao que acontece na Igreja em relação aquele que não conhece a Jesus; pois com a profecia ele(aquele que não conhece a Jesus) ficaria muito mais impressionado e com diversas pessoas falando em línguas ele ficará apenas “achando que todos estão bêbados”(assim como no Dia de Pentecostes).

Analise cada passagem colocada anteriormente e peça ao Espírito Santo que lhe de sabedoria e entendimento para compreender a sua Palavra mais e mais…

Deus Abençoe Imensamente!

Que o Senhor Abençoe Abundantemente!

Um Abraço no Amor de Cristo!

Hudson Lebourg

 

John Piper

Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela. S e o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no inferno. (Mateus 5:28-29)

Quando você se encontra sexualmente excitado, você luta contra sua própria mente e diz não às imagens e então trabalha com ardor para substituí-las com contra-imagens que dizimam as imagens sedutoras? “Porque se viverdes segundo a carne, haveis de morrer; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis” (Romanos 8:13). Muitas pessoas pensam que elas lutaram contra a tentação quando oram por livramento, e esperam que seu desejo simplesmente desapareça. Isto é muito passivo. Sim, Deus trabalha em nós para fazer com que desejemos e cumpramos a sua boa vontade! Mas o efeito é “efetuai a vossa salvação com temor e tremor” (Filipenses 2:12-13). Arrancar fora seu olho talvez seja uma metáfora, mas significa algo realmente violento. O cérebro é um “músculo” que deve ser exercitado pela pureza, e no cristão ele está sobrecarregado com o Espírito de Cristo.

O que isto significa é que não devemos dar ao impulso sexual mais do que cinco segundos antes de levantarmos um forte contra-ataque com a mente. Isso mesmo! Cinco segundos. Nos dois primeiros nós gritamos: “NÃO! Saia da minha cabeça!” Nos próximos dois segundos imploramos: “Ó Deus, no nome de Jesus, ajude-me. Me salva nesta hora, Eu sou teu”.

Bom começo. Mas então a verdadeira batalha começa. Trata-se de uma batalha mental. A necessidade absoluta é lançar fora de sua mente a imagem ou impulso. Como? Acrescentando à sua mente uma contra-imagem. Lute. Soque. Chute. Não desista fácil. Tem de ser uma imagem tão poderosa que qualquer outra imagem não permanecerá. Existem imagens e pensamentos destruidores de luxúria.

Por exemplo, você já alguma vez demandou de sua mente, nos primeiros cinco segundos de tentação, que ela olhasse firmemente para Jesus Cristo quando crucificado? Imagine isto. Inesperadamente lhe vem à mente uma garota o convidando a ir adiante com mais uma fantasia. Você tem cinco segundos. “Não! Saia da minha mente! Deus me ajude!”. Agora, imediatamente, demande que sua mente – você pode fazer isso pelo Espírito (Romanos 8:13). Demande que sua mente fixe sua contemplação sobre Cristo na cruz. Use todo seu poder de imaginação para ver suas costas dilaceradas. Trinta e nove chicotadas deixaram pouca carne intacta. Ele se arrasta contra a haste vertical da cruz a cada nova respiração. Cada novo fôlego prende lascas da madeira em sua carne dilacerada. O Senhor suspira. De tempos em tempos ele geme com toda aquela dor insuportável. Ele tenta se afastar da madeira e os sólidos pregos introduzidos em seu pulso rasgam os ligamentos nervosos; e, gemendo novamente com agonia, ele se empurra para cima com seus pés para levar um pouco de alívio aos pulsos. Mas os ossos e nervos de seus pés esmagam uns aos outros e com angústia ele geme ainda outra vez. Não há descanso. Sua garganta está seca pelos brados e pela sede. Ele perde o fôlego e pensa estar sufocando, e então, repentinamente e de forma involuntária, seu corpo suspira em busca de ar e todos os ferimentos se unem em dor. No tormento ele esquece da coroa com espinhos de cerca de duas polegadas e em desespero move sua cabeça para trás, apenas para bater um dos espinhos perpendicular a haste da cruz que o empurra pela metade em seu crânio. Sua voz alcança um arremesso soprano de dor e soluços se quebram ante seu corpo mergulhado no sofrimento, a medida que cada clamor traz mais e mais dor.

Agora, não estou mais pensando na garota. Estou no Calvário. Estas duas imagens não são compatíveis. Se você usar a força de seu cérebro para criar – violentamente criar com o músculo da sua mente – imagens de Cristo crucificado com a mesma criatividade que você usa para criar fantasias sexuais, definitivamente você as vencerá. Mas isso deve ocorrer nos primeiros cinco segundos – e não desista.

Então a minha pergunta é: você luta, ao invés de apenas orar, esperar e tentar evitar? É imagem contra imagem. Trata-se de uma batalha mental cruel e brutal, não apenas oração e espera. Junte-se a mim nesta batalha sangrenta para manter minha mente e corpo puros para o meu Senhor, minha esposa e minha igreja. Jesus sofreu além do que podemos imaginar para “purificar por meio de si um povo para sua possessão” (Tito 2:14). Cada um de seus brados e espasmos foi para matar minha luxúria – “Levando ele mesmo os nossos pecados em seu corpo sobre o madeiro, para que mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça” (1 Pedro 2:24).

Buscando a pureza de coração a todo custo,

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Quando eu fiquei sabendo que “Papai Noel” não existia, eu fiquei muito triste.

Triste por saber que estava sendo enganado.

Quando eu fiquei sabendo que eram meus pais e não o “Papai Noel” que colocava o presente debaixo da “árvore de Natal” eu fiquei mais triste ainda.

Eu vi que não era verdade isso.

Que esse tal de “Papai Noel” não existia.

E que não estava na Bíblia isso. Muito menos que “árvore de Natal” estava.

… Em Jo 8:44 fala que o Diabo é pai da mentira. E isso quem disse foi Jesus.

Se Jesus não fala mentira e Ele é Deus; “Papai Noel” é de Deus?

Uma pessoa que engana as outras pessoas?

… Mas eu fiquei muito feliz. Muito feliz mesmo! Por saber que tinha o “Papai do Noé”!

Isso mesmo!

“Papai do Noé”!

Não escrevi errado não.

O Noé! Aquele mesmo da arca. Aquele que em Deus fala através de Sua Palavra em Gênesis 6:8 que achou Graça aos seus olhos. E, além disso, que Noé era homem justo e perfeito em suas gerações; Noé andava com Deus(em Gênesis 6:9).

Deus viu que a terra estava corrompida; porque toda a carne havia corrompido o seu caminho sobre a terra.

Em Gênesis 6:14 o Senhor fala todos haviam se corrompido. E a partir de Gênesis 6:14, Ele(O Senhor) manda Noé construir uma arca. Depois de dar as instruções, o Senhor manda que Noé entre na arca(Gênesis 7:1).

E depois de terem entrado Noé e com ele seus filhos, sua mulher e as mulheres de seus filhos, por causa das águas do dilúvio(Gênesis 7:7);  viram as águas por quarenta dias(Gênesis 7:12).

O presente que o “Papai do Noé” deu para ele e seus familiares foi a salvação.

Salvação de destruição de um mundo corrompido.

Então, quando fiquei sabendo disso eu me preocupei. Mas fiquei muito feliz, depois de ter ficado triste anteriormente(por causa do “Papai Noel”).

Quando eu fiquei sabendo…

Que o Profeta Isaías escreveu em Is 9:6 “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.”; e que esse era o verdadeiro Natal(Nascimento).

Quando eu fiquei sabendo…

Que Jesus era o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi e que venceu; estando vivo e ressurecto. Eu fiquei muito feliz.

Quando eu fiquei sabendo que…

Ele “foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.” (Is 53:5)… Eu fiquei muito feliz.

Mais do que feliz eu fiquei.

Eu fiquei feliz de uma maneira que não importa o que aconteça comigo, eu sei que eu tenho uma morada junto a Ele!

Quando eu fiquei sabendo que…

Que o verdadeiro Natal era a proclamação da anunciação do nascimento de Jesus e não dar presentes.

Que era o que está escrito em Lc 2:8,20.

Veja o texto:

“Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho.

E eis que o anjo do Senhor veio sobre eles, e a glória do Senhor os cercou de resplendor, e tiveram grande temor.

E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo:

Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor.

E isto vos será por sinal: Achareis o menino envolto em panos, e deitado numa manjedoura.

E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, e dizendo:

Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens.

E aconteceu que, ausentando-se deles os anjos para o céu, disseram os pastores uns aos outros: Vamos, pois, até Belém, e vejamos isso que aconteceu, e que o Senhor nos fez saber.

E foram apressadamente, e acharam Maria, e José, e o menino deitado na manjedoura.

E, vendo-o, divulgaram a palavra que acerca do menino lhes fora dita;

E todos os que a ouviram se maravilharam do que os pastores lhes diziam.

Mas Maria guardava todas estas coisas, conferindo-as em seu coração.

E voltaram os pastores, glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, como lhes havia sido dito.”

E eu fiquei sabendo também que…

Jesus chega dizer uma certa vez a seguinte mensagem:

“E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem.

Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca,

E não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem.

Então, estando dois no campo, será levado um, e deixado o outro;

Estando duas moendo no moinho, será levada uma, e deixada outra.

Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor.

Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa.

Por isso, estai vós apercebidos também; porque o Filho do homem há de vir à hora em que não penseis.” (Mt 24:37,44).

O “Papai do Noé” quer te dar um presente. O “Papai de Verdade” que é a Verdade, O Caminho e a Vida(Jo 14:6) quer te dar um Presente de verdade(com “P” maiúsculo).

Ele quer te dar a salvação.

A Palavra de Deus fala em Hebreus 9:27 “E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo”.

Você vai morrer e depois vai para onde?

Ele está na sua porta batendo e te chamando.

Ele não invade a sua vida; mas te chama para obedecer e seguir os seus caminhos.

Assim, Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho Unigênito. Para que todo(todo homem) aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Jesus morreu para te salvar do pecado. E diz “não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo.”

O presente do “Papai do Noé” é a salvação do pecado e do perecimento no inferno.

Você crê  nesse “presente”?

Deus Abençoe Abundantemente em Nome de Jesus a sua vida!

“Um Grande Abraço de apertar os ossos no Amor de Cristo do Hudson Lebourg!”

Fonte: Revista de Estudos Bíblicos Aleluia.

A ação de Satanás para atingir os filhos de Deus não é novidade para nós, cristãos. A Palavra está repleta de versículos e relatos que falam acerca das constantes tentativas do diabo de derrotar os salvos.

Jesus preparou seus discípulos para que tivessem vitória na luta
contra o inimigo, Mt 26: 41. Neste estudo vamos analisar dois assuntos
de grande interesse relacionados à batalha espiritual: opressão
e possessão demoníaca.

São estratégias do inimigo para ir assumindo o controle
da vida das pessoas.

I – OPRESSÃO

Opressão é a presença de demônios em determinados ambientes e sua influência direta sobre as pessoas. Há no Novo Testamento diversas referências à opressão demoníaca, Lc 4: 18; At 10: 38. As forças do mal invadem o local e o tornam pesado e carregado. Os demônios assediam as pessoas que moram ou freqüentam aquele lugar, exercendo pressão sobre elas e, muitas vezes, as levam à exaustão e à depressão. Essa invasão maligna só ocorre quando se dá lugar à ação do diabo.

a) Os demônios procuram nossos pontos mais vulneráveis. Com isso, enfraquecem nossa resistência moral e espiritual. Eles trazem a preguiça, o desânimo, as incertezas, a indiferença, a desobediência, etc. Para trazer males à igreja, o inimigo procura agir com freqüência na família. E muitas abrem as portas para o tentador. Quantas que, quando se reúnem, o que mais gostam de fazer é falar mal dos outros. São lares onde as palavras são instrumentos de destruição, ao invés de bênção e edificação.

b) Todos os seres humanos, inclusive o crente, estão sujeitos à opressão. A opressão pode atingir qualquer área da vida. As mais afetadas são as seguintes:

* moral, levando à mentira, prostituição, roubos, assassinatos, etc;

* física, causando enfermidades e doenças.O diabo oprimiu Jó e, mediante permissão de Deus, trouxe-lhe enfermidade. No entanto, nem todas as enfermidades e doenças são de origem maligna;

* material, levando o homem à obsessão por bens, dinheiro, cargos, etc;

* espiritual, induzindo à idolatria, à prática de ocultismo.

c) Como obter vitória? O crente que luta contra essa ação do maligno é vencedor, porque seus pés estão firmados na Rocha Eterna, Sl 40: 2. A maneira que Jesus ensinou para vencermos o maligno é atacá-lo pela oração, jejuns e proclamação da Palavra, destruindo suas armas de engano e tentação demoníacas, Mt 17: 21.

II – POSSESSÃO

Se a opressão é a presença de demônios em torno da pessoa, a possessão é a presença de um ou mais demônios dentro dela, Mc 5: 9-13. A opressão opera de fora para dentro, já a possessão, de dentro para fora. É sinal de que o diabo alcançou grande domínio sobre a vida da pessoa.

a) Demônios controlam reações. Quando os demônios não apenas dominam o ambiente, mas passam a controlar uma pessoa, existe um típico caso de possessão. Em Mc 5: 1-20 há um exemplo disso. O homem andava sempre nu, Lc 8: 27, de noite e de dia clamando entre os sepulcros e pelos montes, ferindo-se com pedras. Quando uma pessoa está possessa, ela perde o controle de si mesma. O homem gadareno (Marcos 5) tinha o corpo dominado e usado por demônios, vv. 1-4; perdera a sensibilidade física (não sentia dor, frio, fome), v. 5, bem como o controle das faculdades: voz, ação, locomoção, vv. 6-7. No entanto, depois de libertado por Jesus, foi encontrado assentado, vestido e em perfeito juízo. Outros casos de possessão demoníaca podem ser vistos em Mc 9: 17-27; Mt 9: 32, 33; 12: 22. Alguns deles estão ligados a enfermidades.

b) Opressão e possessão podem atingir o crente?

* Quanto à opressão, o crente deve estar atento, pois o inimigo vai persegui-lo a cada dia, a cada esquina, a cada passo, para tentar derrubá-lo ou desviar de seu propósito de busca de santidade e da consequente comunhão com o Senhor. Ele anda ao derredor. Apenas ao derredor.

* Quanto à possessão, Ef. 1: 13 diz que o verdadeiro crente é selado com o Espírito Santo e a Palavra também ensina que luz e trevas não têm como coexistir, Jo 8:12; 1:5; 12:46. O crente tem um só Senhor vivendo em seu coração e dirigindo sua vida. Assim, onde a luz entrou, as trevas desapareceram. Quando o Espírito Santo entra na vida do cristão, transforma seu caráter e seu estado anterior de trevas, substituindo-os pela luz. Neste caso, a presença do Espírito Santo no crente, afasta a possibilidade de que as trevas tornem a dominar sua vida material e espiritual, At 26:18.

Na verdade, nossa batalha contra falhas pessoais e aberturas de brechas para que o inimigo possa atirar uma seta deve ser constante. Que nossas atitudes e as palavras que proferimos venham a se constituir em bênção a todos, Ef 4: 29; que confessemos a vitória, Fp 4: 3; que vigiemos e oremos em todo tempo, Mc 14: 38; Lc 22: 40.

Maior é o que está em nós. Deus nos chamou para abençoar a todos indistintamente. Abençoar é declarar o bem das pessoas, crendo que Deus endossará as nossas palavras. Abençoar é clamar a Deus em nosso benefício ou de alguém, Nm 22: 6.

III – A VITÓRIA EM CRISTO, Fp 3: 12-14

Cristo libertou-nos para que pudéssemos apresentar a Deus, voluntariamente, nossa adoração, reverência, fé, amor e esperança. Jesus nos devolveu a alegria de uma comunhão sincera com Deus. Nosso espírito está livre. Nossa alma, outrora escravizada pelo inimigo, estava oprimida, desfalecida. Contudo, agora, liberta por Deus, ela libera:

* a força do seu intelecto. Servimos a Deus com inteligência, Rm 12: 2;

* a força emotiva. Antes, chorávamos de tristeza; agora choramos de alegria pela presença de Jesus, Sl 126: 3;

* a força da memória. Esquecemo-nos do que ficou para trás, prosseguindo para o alvo da nossa vocação, isto é, do chamado por Deus, Fp 3: 13;

a força da consciência, fazendo tudo para agradar a Deus, de livre e espontânea vontade, 1Jo 3: 22;

* a força do seu raciocínio, meditando e agradecendo a Deus pela grande salvação e libertação oferecidas por Jesus Cristo, Hb 2: 3.

Por Vincent Cheung

O Deus soberano contradiz a ideia de que o homem exercita o livre-arbítrio no que diz respeito a qualquer assunto, incluindo-se a salvação. A soberania divina e a liberdade humana são mutuamente excludentes. Afirmar uma delas significa negar a outra. Por consequência, a pessoa que insiste em ter aceitado Cristo por causa do livre-arbítrio, e não por causa da escolha soberana de Deus e de sua ação direta na alma, é incapaz de asseverar ao mesmo tempo o Deus soberano. Pelo fato de o único Deus apresentado na Bíblia ser absolutamente soberano, a pessoa que assevera o livre-arbítrio humano é incapaz de sustentar a crença em Deus sem contradição.

Alguns teólogos percebem esse dilema, e dessa forma escolhem crer em uma contradição. No entanto, isso faz com que pareçam estúpidos, e alguns deles não conseguem tolerar a humilhação. Assim eles inventam uma saída, e dizem que a soberania de Deus é “compatível” com a escolha humana. Às vezes afirmam até que a soberania divina é compatível com a “liberdade” humana no sentido de que o homem não é coagido ao fazer uma escolha, e sim que ele escolhe de acordo com o próprio desejo.*

É claro que o homem faz escolhas, mas o que o leva a escolher? Qual é a metafísica da escolha humana? E qual é a explicação metafísica do seu desejo? Se Deus é totalmente soberano, então ele também decide e causa a escolha e o desejo humanos. E se Deus é quem decide e causa a escolha e o desejo do homem, logo dizer que a soberania divina e escolha humana são compatíveis equivale apenas a afirmar que Deus é compatível consigo mesmo. Mas já sabemos disso, e o homem ainda não é livre.

A escolha humana é irrelevante, pois ela surge debaixo da soberania divina. Dizer que o homem não é coagido implica apenas em declarar que nesse caso Deus não faz um efeito do seu poder se chocar com outro efeito do seu poder, como acontece quando ele faz dois objetos colidirem. Contudo, se não há contradição quando Deus faz dois objetos colidirem, então mesmo a coação não acarreta nenhuma contradição. Isso poderia significar apenas que ele faz uma pessoa desejar uma coisa e escolher outra, enquanto o próprio Deus permanece compatível consigo mesmo. Qual seria o problema com isso?

De fato, a soberania absoluta de Deus e a responsabilidade moral do homem são compatíveis. Talvez seja por isso que os teólogos estejam tão incomodados. No entanto, o homem é moralmente responsável apenas pelo fato de Deus ter decidido fazer com que ele preste contas de seus atos. Isso não possui ligação necessária com a escolha ou a liberdade. Nem mesmo a coação elimina a responsabilidade. O que uma tem que ver com a outra? A responsabilidade moral do homem depende da soberania absoluta de Deus, e de nada mais. Portanto, dizer que o home é responsável, mais uma vez, significa afirmar apenas que Deus é compatível com ele mesmo.

Então permanece a incompatibilidade entre a soberania divina e a liberdade humana. Para que o homem seja livre em qualquer sentido relevante, ele deve ser livre de Deus, e se ele for livre de Deus em qualquer sentido e grau, Deus não é então totalmente soberano. Rejeita-se o Deus da Bíblia.

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