Pensando em Deus

Reconhecendo, se protegendo e desmascarando as seitas.

O biscoito da morte…

Posted by Sara Kelly em 12/11/2009

O biscoito da morte 01

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O biscoito da morte 23

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7 Respostas to “O biscoito da morte…”

  1. Olavo said

    Já ouviram falar do milagre de Lanciano(na Itália)? Um sacerdote nas Missas ao levantar a óstia, sempre duvidava que alí o pão modificava(transubstanciação) em carne de Jesus, e o vinho em sangue de Jesus. Aconteceu que numa Missa a óstia ao ser levantada para o céu, mudou como milagre em um pedaço de carne, aconteceu há muitos séculos e até hoje ela permanece exposta numa Igreja na Itália em perfeitas condições, um pedaço de carne com pingos de sangue vivos. A carne possui fibras de coração, o sangue é do tipo AB positivo, como é o sangue dos Judeus.

    Não é invenção, esta lá para os Tomés verem e até pesquisarem.

  2. Olavo said

    Como só é por intermédio de sacerdotes que pode acontecer este milagre, então poucos conhecem fora da Igreja Católica.

    O que ligares na terra será ligado no céu, e o que desligares na terra será desligado no céu. Jesus deixou esta bênção e este poder aos seus apóstolos, quando entregou as chaves de sua Igreja ao comando de Pedro.

  3. Sara Kelly said

    :O

  4. E. J. said

    A um adágio popular que diz: o pior cego é aquele que não quer enxergar. E as considerações desta histórias em quadrinhos, não está longe da verdade, pois não existe na Bíblia nenhum sacramento envolvendo hóstia. Vejo que as tradições milenares cegou o entendimentos de muitas pessoas, senão aos milhões em insistirem nas tradições e especulações puramente humanas que nada tem haver com um assim, diz: o SENHOR. Quero que meus amados irmãos católicos saibam que sois muito amados por DEUS. Por isto insisto; ler a Bíblia e zele por suas verdades como fazem outras religiões não cristãs como os muçulmanos. A morte de Jesus Cristo na cruz é toda suficiente para minha e sua SALVAÇÃO. Medite. São Marcos. 7: 7 e 8. I Timóteo. 2: 5, S. João. 14: 5.

  5. joão said

    “O BISCOITO DA MORTE”

    Em síntese: Foi publicado um folheto protestante que caricatura a S. Eucaristia sob o título “O Biscoito da Morte”. Quer derivar a Eucaristia de um pretenso mito egípcio, cujo herói seria o deus Sol Osiris; os sacerdotes egípcios consagrariam hóstias que se transformavam na carne do deus Osiris, segundo o autor do panfleto. Ora, tal mito não existe; o deus Osiris era um deus que ressuscitava os mortos. Ademais, o autor não existe; o deus Osiris era um deus que ressuscitava os mortos. Ademais, o autor do panfleto ousa dizer que os sacerdotes egípcios chamavam o dito milagre “transubstanciação” – o que é totalmente anacrônico, pois transubstanciação é palavra latina composta pelos teólogos da Idade Média, inspirados em categorias de pensamento grego aristotélico.

    O panfleto encerra muitas outras inverdades, que revelam a ignorância e a agressividade cega do autor. É de lamentar que um cristão possa recorrer a erros históricos e a calúnias de tal monta para negar um dos artigos de fé mais enfaticamente contidos na S. Escritura; as fórmulas “isto é o meu corpo … Isto é o meu sangue” (Mt 26,26-28) não podem ser tomadas em sentido metafórico, pois o sentido literal é respaldado pela promessa do pão que é carne, em Jo 6, 51-63.

    Está circulando em língua portuguesa um panfleto de origem protestante norte-americana intitulado “O Biscoito da Morte”. É uma sátira baixa e caricatural contra a Eucaristia. O autor baseia-se em falsas premissas e imaginárias suposições para denegrir algo que está na própria mensagem da Escritura e que é muito caro aos fiéis católicos. A obsessão agressiva cega o autor e leva-o a atestar sua ignorância sob capa de erudição. Infelizmente, porém, a ironia e a palhaçada da apresentação podem influir em leitores pouco críticos, causando-lhes danos na fé. Verifica-se que o autor, proselitista como os modernos sectários, quer conquistar novos membros para o protestantismo, recorrendo mesmo à mentira e à calúnia.

    Eis por que passaremos em revista os principais tópicos do panfleto.

    1. A TESE DO AUTOR

    O autor apresenta a fé na real presença de Jesus Cristo na Eucaristia como sendo invenção do Papa e de seus assessores. Está dito aí que se puseram a ensinar isso a fim de conquistar poder sobre os fiéis; quem não acreditasse, seria punido com a morte, como aconteceu na Inquisição. A fé na real presença de Cristo no pão eucarístico terá sido derivada de um mito dos egípcios, segundo o qual os sacerdotes consagravam hóstias que eram tidas como a carne do deus Sol chamado Osiris; assim como os sacerdotes egípcios terão conseguido dominar os crentes ensinando-lhes o sentido do biscoito, assim o Papa terá conseguido dominar os cristãos. Todavia, a leitura da Bíblia deveria abrir os olhos dos católicos, fazendo que deixem a Igreja Católica e se tornem protestantes!

    Detenhamo-nos sobre tal mito e as alegações do autor.

    2. A ORIGEM DA S. ESCARISTIA
    2.1. O Mito de Osiris: Despropósitos

    Antes do mais, é de estranhar a estória “das hóstias transformadas na carne do deus Sol Osiris”. Por mais de um motivo:
    a) nenhuma das mais abalizadas fontes de mitologia refere tal lenda de Osiris;

    b) nem se encontra o binômio “Deus Sol = Osiris”.

    Na verdade, eis o que, sinteticamente, se pode apurar a respeito do mito de Osiris:
    Osiris, em egípcio Ouser, deus do panteon egípcio, está envolvido no seguinte enredo: Osiris era um bom rei da terra, que ensinava aos homens a agricultura, a viticultura e as artes. Sofreu a inveja de seu irmão Seth, que, no de correr de um banquete, o encerrou num cofre e o atirou no rio Nilo; a sua irmã e esposa Isis encontrou-o no litoral de Byblos (Fenícia) e o levou de volta para o Egito. Foi, de novo, capturado por Seth, que o esquartejou em quatorze pedaços, pedaços que foram espalhados pela terra do Egito. Isis foi então procurar esses resquícios de cadáver juntamente com sua irmã Nephthys (esposa de Seth) e, com a ajuda de Anubis, reconstituiu o corpo do deus Osiris. Todavia, Isis e Nephthys foram transformadas em aves; abanaram com as suas grandes asas o cadáver de Osiris para restituir-lhe a vida. Assim Osiris ressuscitou. Isis concebeu então um filho chamado Horus; educou-o secretamente nos pântanos do delta do Nilo, receando o castigo que Seth, irmão de Osiris, podia infligir ao menino. Feito homem, Horus reclamou a sua herança e provocou Seth para travarem um combate a dois. Nestas circunstâncias, Re e o tribunal dos deuses puseram-se a julgar o caso: decretaram que Horus receberia a realeza terrestre que tocava a seu pai, ao passo que Osiris governaria o reino subterrâneo dos bem-aventurados.
    Desta lenda os egípcios deduziram uma lição importante: todo cadáver sobre o qual são praticados os ritos que foram aplicados ao corpo de Osiris, juntamente com as mesmas fórmulas mágicas, há de voltar à vida. Tal procedimento se chamava “osirianização”; cada defunto podia tornar-se um novo Osiris. Assim, Osiris tornou-se o deus da ressurreição. Todos os anos, no mês de Khoiak, celebravam-se “mistérios”, isto é, representações sagradas que reproduziam o assassinato, o enterro e a ressurreição de Osiris. Cada egípcio era exortado a peregrinar, ao menos uma vez na vida, até um dos grandes santuários osirianos do Egito (Buris, Abydos …).
    Como se vê, a estória está bem longe de mencionar hóstias transformadas em carne de Osiris …

    c) Além disso, note-se o disparate encontrado em outra passagem do panfleto:
    “Os sacerdotes egípcios chamavam esse milagre de “transubstanciação”, e o povo comia seu Deus” (as páginas do panfleto não são numeradas).
    A palavra “transubstanciação” é oriunda do latim transubstantiatio, e não do egípcio. Os egípcios não conheceram tal vocábulo latino (o latim é língua posterior ao idioma dos antigos egípcios) nem conheceram o conceito veiculado por tal vocábulo, pois o conceito supõe a filosofia de Aristóteles (+ 322 a.C.) desenvolvida pelos teólogos escolásticos da Idade Média. Com efeito: substância, no caso, significa o que sub-stat, o que está sob os acidentes. Sim, Aristóteles distinguia, em cada ser visível, os acidentes, que são mutáveis (cor, tamanho, odor, localização, peso …) e aquilo que é o suporte ou sujeito dos acidentes (tal seria a substância, que fica sendo invisível). Em conseqüência, a palavra transubstanciação significa a mudança (trans) da substância sem mudança dos acidentes. É o que se dá precisamente na consagração eucarística: ficam os acidentes (cor, tamanho, gosto, odor …) do pão e do vinho, mas a substância do pão e do vinho se converte na substância do corpo e do sangue de Cristo. Tal noção, supondo categorias de pensamento grego alheio aos egípcios, nunca foi professada pelos sacerdotes da mitologia grega.

    d) Outra falsa afirmação relacionada com a mitologia egípcia é a seguinte: “IHS significam Isis, Horo e Seth, deuses do Egito”.
    Quem diz isso mostra total ignorância do assunto: IHS não são caracteres egípcios, mas, no caso, são letras gregas: o H é a letra eta (e longo). IHS são os caracteres iniciais do nome grego IHSOYS (Jesus); por conseguinte, nem na língua egípcia nem na latina se deve procurar o sentido de tal abreviatura.

    e) O panfleto refere como sendo palavras da consagração: “Hocus Pocus Domi Nocus” – o que nada significa em língua alguma. O leitor desprevenido poderá julgar que é a fórmula latina da consagração eucarística. Na verdade, a Eucaristia começou a ser celebrada no século I não em latim, mas em aramaico, grego e línguas orientais; a fórmula grega é a que se encontra nos Evangelhos sinóticos: “Touto estin to soma mou e Touto estin to haima mou” (Mt 26, 26.28).

    2.2. As Fontes Bíblicas da Eucaristia

    Os protestantes, que dizem seguir fielmente as Escrituras, iludem-se a si mesmos e iludem seus seguidores. Com efeito, a origem da Eucaristia não está numa época tardia da história da Igreja, nem está no Ocidente (em Roma, sede do Papa), mas está no Oriente e na própria Bíblia. Basta ler a Escritura Sagrada sem preconceitos e sem recorrer à tradição de Lutero, Calvino, Zvínglio, Knox, Smith, Wesley …, para perceber claramente que Jesus quis deixar-nos um pão que é o seu corpo e uma bebida que é o seu sangue. Tenham-se em vista os textos de Jo 6, 51-71: a promessa do pão da vida; Mt 26, 26-29; Mc 14, 22-25; Lc 22, 19s; 1Cor 11, 23-25: os relatos da instituição da Eucaristia.

    2.3. Memorial

    Os protestantes negam a real presença de Jesus na Eucaristia, apesar da evidência decorrente dos textos sagrados, baseando-se na palavra memória, citada em Lc 22, 19:
    “Na última ceia, Jesus disse que, quando vocês comem o pão e tomam o vinho, devem fazer isso em memória dele” (tradução encontrada no panfleto).
    A palavra memória traduz, no caso, o grego anamnesis e o hebraico zikkarón. Ora, tais vocábulos, segundo a mentalidade semita que os concedeu, não indicam mera atividade psicológica (o nosso recordar-se), mas, sim, um recordar que efetua algo ou que transforma a realidade. Tenhamos em vista os seguintes textos bíblicos, conforme os quais Deus se lembra de determinadas pessoas e lhes concede a sua graça e misericórdia: “Quando Deus destruiu as cidades da planície, Ele se lembrou de Abraão e retirou Lote do meio da catástrofe” (Gn 19,29); “Então Deus se lembrou de Raquel; Ele a ouviu e a tornou fecunda” (Gn 30,22); “Lembra-te dos teus servos Abraão, Isaac e Jacó, aos quais juraste por ti mesmo, dizendo: “Multiplicarei a vossa descendência como as estrelas do céu …” Javé então desistiu do castigo com o qual havia ameaçado o povo” (Ex 32,13s). Ver também Gn 8,1; 1 Sm 1,11-19; 25,31.
    Mesmo entre um homem e seu semelhante usava-se a fórmula “lembra-te”, para pedir um favor; assim disse José no cárcere do Faraó ao copeiro que seria libertado em breve: “lembra-te de mim, quando te suceder o bem, e sê bondoso para falar de mim ao Faraó para que me faça sair da prisão” (Gn 40, 14).
    O Novo Testamento é herdeiro dos conceitos de “memória” e “recordar-se” do Antigo Testamento. Assim, por exemplo, no canto de Maria se lê: “Socorreu Israel seu servidor, lembrado de sua misericórdia” e no de Zacarias: “… para fazer misericórdia aos nossos pais, lembrado de sua santa aliança … suscitou-nos uma força de salvação” (Lc 1,69-72). São significativas também duas passagens de conversão de Cornélio, centurião romano: “Tuas orações e tuas esmolas se ergueram como memorial diante de Deus” (At 10,4) e: “Tua oração foi atendida, Cornélio, e de tuas esmolas a memória esta presente diante de Deus” (At 10, 31). As orações e as esmolas de Cornélio ficaram quase como um monumento na presença de Deus e prepararam a intervenção benigna do Senhor. – Também no Novo Testamento o homem, ao rezar, usa a fórmula “Lembra-te”; assim disse o bom ladrão: “Jesus recorda-te de mim, quando chegares ao teu reino” (Lc 23, 42). É à luz desse significado dinâmico e criativo das palavras “memória, memorial, recordar-se” que há de ser entendido o mandato confiado por Jesus aos Apóstolos na última ceia: “Fazei isto em memória (anámnesin) de mim” (1Cor 11,24s). Na base destes estudos lingüísticos, deve-se dizer que a celebração da ceia do Senhor nos séculos cristãos não é mero símbolo evocativo do passado, mas vem a ser a atualização ou a re-presentação (o tornar presente de novo) do sacrifício do Senhor oferecido na Sexta-Feira Santa sobre o Calvário. Ver a propósito nosso Curso de Liturgia. Módulo 8 (Caixa Postal 1362, 20001-970 Rio – RJ).

    É difícil compreender que um cristão possa atacar outros cristãos na base de tanto ódio e tanta falsidade. Não é o genuíno amor de Cristo que inspira tal atitude. É a paixão preconcebida e obsessiva.

    A leitura do panfleto mostra também como é errôneo o princípio protestante: “Somente a Bíblia”. A Bíblia é inseparável da palavra oral, que a interpreta e atualiza; ela, por si mesma, não se explica nem elucida. Ora, os protestantes lêem a Bíblia dentro da tradição oral iniciada pelos reformadores do século XVI, ao passo que os católicos a lêem dentro da Tradição que emana de Jesus Cristo e dos Apóstolos e chega até nós; assim, no tocante à Eucaristia desde os primeiros decênios da Igreja, há testemunhos de fé na real presença de Cristo no sacramento do altar; essa fé foi sendo transmitida ininterruptamente até o século XX. Será que só no século XVI os cristãos começaram a entender autenticamente as palavras de Jesus em Mt 26, 26-29; Mc 14, 22-25; Lc 22, 19s; 1Cor 11, 23-25? Será que somente Lutero e seus companheiros de reforma entenderam corretamente o sermão referente ao pão da vida em Jo 6, 51-71? Será que um protestante tem o direito de ignorar a Bíblia e a Tradição a ponto de forjar uma lenda mal alinhavada e inconsistente para querer provar que a Eucaristia teve origem no Ocidente (em ambiente latino) numa época tardia da história tardia da história da Igreja?

    A caridade cristão para com sectários tão cheios de ódio e falsidade manda que os católicos rezem por eles, unindo-se à oblação de Cristo, que se oferece ao Pai em cada S. Missa pela salvação do mundo (… também pela dos sectários protestantes).

  6. Marcelo Marinho said

    Muito bom a H.Q., parabéns ao desenhista. Bom para evangelizar os perdidos! Que Deus continue abençoando sempre vocês!

  7. Djoe said

    Sempre ouvir mentiras, mais essa foi a pior e a mais descarada….(desculpas)
    fico inojado quando vejo ditos cristãos, recorendo a mentiras para conseguir fieis para suas ditas igrejas….
    por favor… aos leitores que tiverem um minimo de querencia procurem na internet mesmo sobre os fatos que são contados neta dita historia, e verão a verdade…
    pesso que antes de publicar algo procurem a veracidade dos fatos, principalmentes historicos, por que se é pra contar uma fabula, creio que um site com a inclinação de vocês não deveriam postar tal mentira…

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