Pensando em Deus

Reconhecendo, se protegendo e desmascarando as seitas.

O que são as FOBIAS

Posted by Sara Kelly em 28/11/2009

O sufixo fobia é o único elemento comum dos termos, e se origina do latim cientifico, phobia e se origina do grego, significando medo intenso, ou irracional, aversão instintiva, hostilidade ou uma reação mórbida no confronto de qualquer coisa.

Ocasiona um estado de angústia, impossível de ser dominado, que se traduz por violenta reação de evitamento, e que sobrevém de modo relativamente persistente, quando certos objetos, tipos de objeto ou situações se fazem presentes, imaginados ou mencionados As fobias são classificadas entre as neuroses de angústia, na teoria clássica das neuroses.

Uma fobia é uma espécie particular de medo.

Essa palavra vem do grego phobia; esta, por sua vez, deriva-se da palavra grega phobos, também nome de uma divindade grega, significando “pânico, terror”, que incutia medo aos inimigos; daí os guerreiros dispunham de sua efígie nas armas.

Esse deus provocava, segundo a lenda, medo intenso em seus inimigos, pois sua face era terrivelmente feia.

A fobia é um dos distúrbios psicológicos mais extensamente pesquisados. O caso mais famoso é o relatado por Freud sobre o pequeno Hans, e sua fobia por cavalos. Outro caso igualmente famoso é o do pequeno Albert. Neste caso, em 1920, Watson e Raynier estabelecem a aquisição do medo por animais num garoto de 34 meses de vida. Mais tarde, em 1924, Mary Cover Jones trata de um garoto, chamado Peter, que tinha medo de coelhos; ela fez a abordagem pelo uso de um método precursor da dessensibilização sistemática (Wolpe, 1976). Wolpe e Salter, citados por Wolpe (1976), dão grande impulso ao diagnóstico e tratamento dos distúrbios que podem ser evitados. O primeiro explicita as fobias específicas e o segundo trata da não inclusão que é típica dos casos de fobia generalizada ou social.

  • A fobia é vista como uma forma especial de medo; ela apresenta as seguintes caraterísticas:


1) desproporção entre a emoção e a situação que a provoca;

2) medo sem explicação razoável;

3) ausência de controle voluntário;

4) tendência à evitar essa situação.

A diferença entre a fobia e a ansiedade, segundo Falcone (1995), é basicamente quantitativa, isto é, depende de quanto tempo dura o episódio de ansiedade, do quanto de ansiedade a pessoa experimenta, da freqüência em que esta ocorre, do nível em que o comportamento evitativo disfuncional é precipitado pela ansiedade e de como é a avaliação dada pela pessoa que está ansiosa.

  • Seguem alguns exemplos de fobias:

Homofobia = aversão e medo irracional, persistente e repugnante da monotonia ou da homossexualidade ou de se tornar homossexual.

Cristofobia = aversão ao cristianismo.

Cristianofobia = o ódio desmedido a Cristo e aos cristãos.

Homilofobia = medo dos sermões.

Hippopotomontroequippedaliofobia = medo de palavras longas.

  • E este último eu tenho:

Lacanofobia = aversão e medo irracional, desproporcional persistente e repugnante dos vegetais, verduras e saladas.

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