Pensando em Deus

Reconhecendo, se protegendo e desmascarando as seitas.

Archive for the ‘Estudos Bíblicos’ Category

Devo perder tempo lendo o Antigo Testamento?

Posted by Sara Kelly em 28/01/2017

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Que vos parece? Respondam este artigo!

Posted by Sara Kelly em 26/01/2017

“Porque o Espírito Santo e nós mesmos resolvemos não pôr nenhuma carga sobre vocês, a não ser estas proibições que são, de fato, necessárias:
não comam a carne de nenhum animal que tenha sido oferecido em sacrifício aos ídolos;
não comam o sangue;
nem a carne de nenhum animal que tenha sido estrangulado;
e não pratiquem imoralidade sexual.
Vocês agirão muito bem se não fizerem essas coisas. Saúde a todos!” (Atos 15:28-29)

As coisas que a natureza humana produz são bem-conhecidas. Elas são: a imoralidade sexual, a impureza, as ações indecentes, a adoração de ídolos, as feitiçarias, as inimizades, as brigas, as ciumeiras, os acessos de raiva, a ambição egoísta, a desunião, as divisões, as invejas, as bebedeiras, as farras e outras coisas parecidas com essas. Repito o que já disse: os que fazem essas coisas não receberão o Reino de Deus.
Mas o Espírito de Deus produz o amor, a alegria, a paz, a paciência, a delicadeza, a bondade, a fidelidade, a humildade e o domínio próprio. E contra essas coisas não existe lei.
As pessoas que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a natureza humana delas, junto com todas as paixões e desejos dessa natureza. Que o Espírito de Deus, que nos deu a vida, controle também a nossa vida! (Gálatas 5:19-25)

Então, de agora em diante, vivam o resto da sua vida aqui na terra de acordo com a vontade de Deus e não se deixem dominar pelas paixões humanas.
No passado vocês já gastaram bastante tempo fazendo o que os pagãos gostam de fazer. Naquele tempo vocês viviam na imoralidade, nos desejos carnais, nas bebedeiras, nas orgias, na embriaguez e na nojenta adoração de ídolos.
E agora os pagãos ficam admirados quando vocês não se juntam com eles nessa vida louca e imoral e por isso os insultam. Porém eles vão ter de prestar contas a Deus, que está pronto para julgar os vivos e os mortos. (1 Pedro 4:2-5)

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Deuteronômio 18:9-14

Posted by Sara Kelly em 17/10/2013

pentagrama

Quando entrarem na terra que o Senhor, o seu Deus, lhes dá, não procurem imitar as coisas repugnantes que as nações de lá praticam.
Não permitam que se ache alguém entre vocês que queime em sacrifício o seu filho ou a sua filha; que pratique adivinhação, ou dedique-se à magia, ou faça presságios, ou pratique feitiçaria
ou faça encantamentos; que seja médium ou espírita ou que consulte os mortos.
O Senhor têm repugnância por quem pratica essas coisas, e é por causa dessas abominações que o Senhor, o seu Deus, vai expulsar aquelas nações da presença de vocês.
Permaneçam inculpáveis perante o Senhor, o seu Deus.
As nações que vocês vão expulsar dão ouvidos aos que praticam magia e adivinhação. Mas, a vocês, o Senhor, o seu Deus, não permitiu tais práticas.

Deuteronômio 18:9-14

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O diabo realmente existe?

Posted by Sara Kelly em 15/03/2013

Muitos acreditam que o diabo não existe. Mas ele é real, embora não seja visível. Outros acham que ele existe, mas o imaginam como um ser feio, vermelho e chifrudo.
No entanto, nas Sagradas Escrituras, ele é descrito como serpente e dragão. Isso indica que é sorrateiro, venenoso, ágil, forte, e possui grande poder de destruição (Apocalipse 20.2), sendo capaz, inclusive, de transfigurar-se em anjo de luz (2 Coríntios 11.14).

Em hebraico, o vocábulo Satanás significa adversário. Já o termo grego diabo vem do verbo “diabolos”, que significa o que tira de um lado e de outro, que desune, separa, semeia a discórdia. Esse ser espiritual é assim conhecido porque, em virtude de suas disposições hostis, promove todo tipo de impiedade, opondo-se a Deus e aos homens. É um astuto estrategista que veio matar, roubar e destruir (João 10.10a).

Lucifer

A maior parte dos teólogos concorda que, antes de tornar-se Satanás, o adversário era Lúcifer (portador de luz), um anjo perfeito e bom; o aferidor da medida, cheio de sabedoria e perfeito em formosura (Ezequiel 28.12); o querubim ungido para proteger, estabelecido no monte santo de Deus, no meio das pedras afogueadas. Ele era perfeito nos (seus) caminhos, desde o dia em que (foi) criado, até que se achou iniquidade nele (v. 14,15).
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Paixão por Santidade VS Orações Passivas

Posted by thimax77 em 22/04/2011

John Piper

Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela. S e o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no inferno. (Mateus 5:28-29)

Quando você se encontra sexualmente excitado, você luta contra sua própria mente e diz não às imagens e então trabalha com ardor para substituí-las com contra-imagens que dizimam as imagens sedutoras? “Porque se viverdes segundo a carne, haveis de morrer; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis” (Romanos 8:13). Muitas pessoas pensam que elas lutaram contra a tentação quando oram por livramento, e esperam que seu desejo simplesmente desapareça. Isto é muito passivo. Sim, Deus trabalha em nós para fazer com que desejemos e cumpramos a sua boa vontade! Mas o efeito é “efetuai a vossa salvação com temor e tremor” (Filipenses 2:12-13). Arrancar fora seu olho talvez seja uma metáfora, mas significa algo realmente violento. O cérebro é um “músculo” que deve ser exercitado pela pureza, e no cristão ele está sobrecarregado com o Espírito de Cristo.

O que isto significa é que não devemos dar ao impulso sexual mais do que cinco segundos antes de levantarmos um forte contra-ataque com a mente. Isso mesmo! Cinco segundos. Nos dois primeiros nós gritamos: “NÃO! Saia da minha cabeça!” Nos próximos dois segundos imploramos: “Ó Deus, no nome de Jesus, ajude-me. Me salva nesta hora, Eu sou teu”.

Bom começo. Mas então a verdadeira batalha começa. Trata-se de uma batalha mental. A necessidade absoluta é lançar fora de sua mente a imagem ou impulso. Como? Acrescentando à sua mente uma contra-imagem. Lute. Soque. Chute. Não desista fácil. Tem de ser uma imagem tão poderosa que qualquer outra imagem não permanecerá. Existem imagens e pensamentos destruidores de luxúria.

Por exemplo, você já alguma vez demandou de sua mente, nos primeiros cinco segundos de tentação, que ela olhasse firmemente para Jesus Cristo quando crucificado? Imagine isto. Inesperadamente lhe vem à mente uma garota o convidando a ir adiante com mais uma fantasia. Você tem cinco segundos. “Não! Saia da minha mente! Deus me ajude!”. Agora, imediatamente, demande que sua mente – você pode fazer isso pelo Espírito (Romanos 8:13). Demande que sua mente fixe sua contemplação sobre Cristo na cruz. Use todo seu poder de imaginação para ver suas costas dilaceradas. Trinta e nove chicotadas deixaram pouca carne intacta. Ele se arrasta contra a haste vertical da cruz a cada nova respiração. Cada novo fôlego prende lascas da madeira em sua carne dilacerada. O Senhor suspira. De tempos em tempos ele geme com toda aquela dor insuportável. Ele tenta se afastar da madeira e os sólidos pregos introduzidos em seu pulso rasgam os ligamentos nervosos; e, gemendo novamente com agonia, ele se empurra para cima com seus pés para levar um pouco de alívio aos pulsos. Mas os ossos e nervos de seus pés esmagam uns aos outros e com angústia ele geme ainda outra vez. Não há descanso. Sua garganta está seca pelos brados e pela sede. Ele perde o fôlego e pensa estar sufocando, e então, repentinamente e de forma involuntária, seu corpo suspira em busca de ar e todos os ferimentos se unem em dor. No tormento ele esquece da coroa com espinhos de cerca de duas polegadas e em desespero move sua cabeça para trás, apenas para bater um dos espinhos perpendicular a haste da cruz que o empurra pela metade em seu crânio. Sua voz alcança um arremesso soprano de dor e soluços se quebram ante seu corpo mergulhado no sofrimento, a medida que cada clamor traz mais e mais dor.

Agora, não estou mais pensando na garota. Estou no Calvário. Estas duas imagens não são compatíveis. Se você usar a força de seu cérebro para criar – violentamente criar com o músculo da sua mente – imagens de Cristo crucificado com a mesma criatividade que você usa para criar fantasias sexuais, definitivamente você as vencerá. Mas isso deve ocorrer nos primeiros cinco segundos – e não desista.

Então a minha pergunta é: você luta, ao invés de apenas orar, esperar e tentar evitar? É imagem contra imagem. Trata-se de uma batalha mental cruel e brutal, não apenas oração e espera. Junte-se a mim nesta batalha sangrenta para manter minha mente e corpo puros para o meu Senhor, minha esposa e minha igreja. Jesus sofreu além do que podemos imaginar para “purificar por meio de si um povo para sua possessão” (Tito 2:14). Cada um de seus brados e espasmos foi para matar minha luxúria – “Levando ele mesmo os nossos pecados em seu corpo sobre o madeiro, para que mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça” (1 Pedro 2:24).

Buscando a pureza de coração a todo custo,

http://www.monergismo.com/

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Opressão e possessão

Posted by thimax77 em 11/12/2010

Fonte: Revista de Estudos Bíblicos Aleluia.

A ação de Satanás para atingir os filhos de Deus não é novidade para nós, cristãos. A Palavra está repleta de versículos e relatos que falam acerca das constantes tentativas do diabo de derrotar os salvos.

Jesus preparou seus discípulos para que tivessem vitória na luta
contra o inimigo, Mt 26: 41. Neste estudo vamos analisar dois assuntos
de grande interesse relacionados à batalha espiritual: opressão
e possessão demoníaca.

São estratégias do inimigo para ir assumindo o controle
da vida das pessoas.

I – OPRESSÃO

Opressão é a presença de demônios em determinados ambientes e sua influência direta sobre as pessoas. Há no Novo Testamento diversas referências à opressão demoníaca, Lc 4: 18; At 10: 38. As forças do mal invadem o local e o tornam pesado e carregado. Os demônios assediam as pessoas que moram ou freqüentam aquele lugar, exercendo pressão sobre elas e, muitas vezes, as levam à exaustão e à depressão. Essa invasão maligna só ocorre quando se dá lugar à ação do diabo.

a) Os demônios procuram nossos pontos mais vulneráveis. Com isso, enfraquecem nossa resistência moral e espiritual. Eles trazem a preguiça, o desânimo, as incertezas, a indiferença, a desobediência, etc. Para trazer males à igreja, o inimigo procura agir com freqüência na família. E muitas abrem as portas para o tentador. Quantas que, quando se reúnem, o que mais gostam de fazer é falar mal dos outros. São lares onde as palavras são instrumentos de destruição, ao invés de bênção e edificação.

b) Todos os seres humanos, inclusive o crente, estão sujeitos à opressão. A opressão pode atingir qualquer área da vida. As mais afetadas são as seguintes:

* moral, levando à mentira, prostituição, roubos, assassinatos, etc;

* física, causando enfermidades e doenças.O diabo oprimiu Jó e, mediante permissão de Deus, trouxe-lhe enfermidade. No entanto, nem todas as enfermidades e doenças são de origem maligna;

* material, levando o homem à obsessão por bens, dinheiro, cargos, etc;

* espiritual, induzindo à idolatria, à prática de ocultismo.

c) Como obter vitória? O crente que luta contra essa ação do maligno é vencedor, porque seus pés estão firmados na Rocha Eterna, Sl 40: 2. A maneira que Jesus ensinou para vencermos o maligno é atacá-lo pela oração, jejuns e proclamação da Palavra, destruindo suas armas de engano e tentação demoníacas, Mt 17: 21.

II – POSSESSÃO

Se a opressão é a presença de demônios em torno da pessoa, a possessão é a presença de um ou mais demônios dentro dela, Mc 5: 9-13. A opressão opera de fora para dentro, já a possessão, de dentro para fora. É sinal de que o diabo alcançou grande domínio sobre a vida da pessoa.

a) Demônios controlam reações. Quando os demônios não apenas dominam o ambiente, mas passam a controlar uma pessoa, existe um típico caso de possessão. Em Mc 5: 1-20 há um exemplo disso. O homem andava sempre nu, Lc 8: 27, de noite e de dia clamando entre os sepulcros e pelos montes, ferindo-se com pedras. Quando uma pessoa está possessa, ela perde o controle de si mesma. O homem gadareno (Marcos 5) tinha o corpo dominado e usado por demônios, vv. 1-4; perdera a sensibilidade física (não sentia dor, frio, fome), v. 5, bem como o controle das faculdades: voz, ação, locomoção, vv. 6-7. No entanto, depois de libertado por Jesus, foi encontrado assentado, vestido e em perfeito juízo. Outros casos de possessão demoníaca podem ser vistos em Mc 9: 17-27; Mt 9: 32, 33; 12: 22. Alguns deles estão ligados a enfermidades.

b) Opressão e possessão podem atingir o crente?

* Quanto à opressão, o crente deve estar atento, pois o inimigo vai persegui-lo a cada dia, a cada esquina, a cada passo, para tentar derrubá-lo ou desviar de seu propósito de busca de santidade e da consequente comunhão com o Senhor. Ele anda ao derredor. Apenas ao derredor.

* Quanto à possessão, Ef. 1: 13 diz que o verdadeiro crente é selado com o Espírito Santo e a Palavra também ensina que luz e trevas não têm como coexistir, Jo 8:12; 1:5; 12:46. O crente tem um só Senhor vivendo em seu coração e dirigindo sua vida. Assim, onde a luz entrou, as trevas desapareceram. Quando o Espírito Santo entra na vida do cristão, transforma seu caráter e seu estado anterior de trevas, substituindo-os pela luz. Neste caso, a presença do Espírito Santo no crente, afasta a possibilidade de que as trevas tornem a dominar sua vida material e espiritual, At 26:18.

Na verdade, nossa batalha contra falhas pessoais e aberturas de brechas para que o inimigo possa atirar uma seta deve ser constante. Que nossas atitudes e as palavras que proferimos venham a se constituir em bênção a todos, Ef 4: 29; que confessemos a vitória, Fp 4: 3; que vigiemos e oremos em todo tempo, Mc 14: 38; Lc 22: 40.

Maior é o que está em nós. Deus nos chamou para abençoar a todos indistintamente. Abençoar é declarar o bem das pessoas, crendo que Deus endossará as nossas palavras. Abençoar é clamar a Deus em nosso benefício ou de alguém, Nm 22: 6.

III – A VITÓRIA EM CRISTO, Fp 3: 12-14

Cristo libertou-nos para que pudéssemos apresentar a Deus, voluntariamente, nossa adoração, reverência, fé, amor e esperança. Jesus nos devolveu a alegria de uma comunhão sincera com Deus. Nosso espírito está livre. Nossa alma, outrora escravizada pelo inimigo, estava oprimida, desfalecida. Contudo, agora, liberta por Deus, ela libera:

* a força do seu intelecto. Servimos a Deus com inteligência, Rm 12: 2;

* a força emotiva. Antes, chorávamos de tristeza; agora choramos de alegria pela presença de Jesus, Sl 126: 3;

* a força da memória. Esquecemo-nos do que ficou para trás, prosseguindo para o alvo da nossa vocação, isto é, do chamado por Deus, Fp 3: 13;

a força da consciência, fazendo tudo para agradar a Deus, de livre e espontânea vontade, 1Jo 3: 22;

* a força do seu raciocínio, meditando e agradecendo a Deus pela grande salvação e libertação oferecidas por Jesus Cristo, Hb 2: 3.

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Soberania Divina e Autocompatibilidade

Posted by thimax77 em 08/12/2010

Por Vincent Cheung

O Deus soberano contradiz a ideia de que o homem exercita o livre-arbítrio no que diz respeito a qualquer assunto, incluindo-se a salvação. A soberania divina e a liberdade humana são mutuamente excludentes. Afirmar uma delas significa negar a outra. Por consequência, a pessoa que insiste em ter aceitado Cristo por causa do livre-arbítrio, e não por causa da escolha soberana de Deus e de sua ação direta na alma, é incapaz de asseverar ao mesmo tempo o Deus soberano. Pelo fato de o único Deus apresentado na Bíblia ser absolutamente soberano, a pessoa que assevera o livre-arbítrio humano é incapaz de sustentar a crença em Deus sem contradição.

Alguns teólogos percebem esse dilema, e dessa forma escolhem crer em uma contradição. No entanto, isso faz com que pareçam estúpidos, e alguns deles não conseguem tolerar a humilhação. Assim eles inventam uma saída, e dizem que a soberania de Deus é “compatível” com a escolha humana. Às vezes afirmam até que a soberania divina é compatível com a “liberdade” humana no sentido de que o homem não é coagido ao fazer uma escolha, e sim que ele escolhe de acordo com o próprio desejo.*

É claro que o homem faz escolhas, mas o que o leva a escolher? Qual é a metafísica da escolha humana? E qual é a explicação metafísica do seu desejo? Se Deus é totalmente soberano, então ele também decide e causa a escolha e o desejo humanos. E se Deus é quem decide e causa a escolha e o desejo do homem, logo dizer que a soberania divina e escolha humana são compatíveis equivale apenas a afirmar que Deus é compatível consigo mesmo. Mas já sabemos disso, e o homem ainda não é livre.

A escolha humana é irrelevante, pois ela surge debaixo da soberania divina. Dizer que o homem não é coagido implica apenas em declarar que nesse caso Deus não faz um efeito do seu poder se chocar com outro efeito do seu poder, como acontece quando ele faz dois objetos colidirem. Contudo, se não há contradição quando Deus faz dois objetos colidirem, então mesmo a coação não acarreta nenhuma contradição. Isso poderia significar apenas que ele faz uma pessoa desejar uma coisa e escolher outra, enquanto o próprio Deus permanece compatível consigo mesmo. Qual seria o problema com isso?

De fato, a soberania absoluta de Deus e a responsabilidade moral do homem são compatíveis. Talvez seja por isso que os teólogos estejam tão incomodados. No entanto, o homem é moralmente responsável apenas pelo fato de Deus ter decidido fazer com que ele preste contas de seus atos. Isso não possui ligação necessária com a escolha ou a liberdade. Nem mesmo a coação elimina a responsabilidade. O que uma tem que ver com a outra? A responsabilidade moral do homem depende da soberania absoluta de Deus, e de nada mais. Portanto, dizer que o home é responsável, mais uma vez, significa afirmar apenas que Deus é compatível com ele mesmo.

Então permanece a incompatibilidade entre a soberania divina e a liberdade humana. Para que o homem seja livre em qualquer sentido relevante, ele deve ser livre de Deus, e se ele for livre de Deus em qualquer sentido e grau, Deus não é então totalmente soberano. Rejeita-se o Deus da Bíblia.

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